segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Marcelo Oliveira não se incomoda com chances desperdiçadas: 'É um processo'


O Cruzeiro estreou em 2014 com vitória sobre a URT, no Mineirão. Apesar de ter criado muitas chances, o time celeste balançou as redes apenas uma vez, com o meia Ricardo Goulart. Ao analisar a partida, o técnico Marcelo Oliveira não se queixou do placar “magro” de 1 a 0. 

“É claro que, assim como torcedor, gostaria de ver muitos gols, por tudo que criamos. Mas é um processo. A gente está consciente de que é um processo, que vamos ganhar ritmo, a jogada sairá de maneira mais natural. Em algum momento, lembrou o Cruzeiro do ano passado, com toques rápidos, mas pecava na hora da finalização. Não demos muitas chances ao adversário, apenas uma bola do primeiro tempo e no final, com descuido que temos de corrigir”, observou.

O Cruzeiro marcou o único da partida, com Ricardo Goulart, aos 43 minutos do primeiro tempo. Ao longo de toda a partida, a equipe esteve próxima de balançar as redes, mas grande atuação do goleiro Giulliano impediu que a URT fosse vazada mais vezes.

Satisfeito com o início do Cruzeiro, em 2014, Marcelo Oliveira afirmou que tentará manter o perfil de time ofensivo. “Essa é nossa concepção de trabalho. O Cruzeiro, tradicionalmente, sempre teve times de academia, que tocam muito a bola e fazem muitos gols. A gente tenta fazer com que os jogadores técnicos participem da marcação sem a bola, porque, tendo essa bola, criamos bastante. Tivemos um susto no primeiro tempo com a bola parada, ela pegou na trave num descuido de marcação. Houve um outro contra-ataque, mas os zagueiros se portaram bem. É isso que tentaremos fazer durante o ano, sempre jogando ofensivamente, buscando gols”, disse.

“Vamos conscientizar os jogadores que marcar é mais vontade e posicionamento. Quando perder a bola, se reorganizar a equipe e tiver um pouco de vontade, não deixará o adversário jogar tranquilamente. Por isso, o jogo me agradou. Não sei quantas finalizações tivemos, mas acredito que tenham sido acima de 25 chutes a gol. Num jogo como esse, contra um adversário que vem treinando há muito tempo e jogou atrás, foi satisfatório. A questão de ritmo de jogo, é o tempo que nos dará essa condição”, acrescentou o treinador.

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