quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Marcelo lamenta artimanhas peruanas e as qualifica como "ridículas e retrógradas"


Em sua primeira Copa Libertadores como treinador, o técnico Marcelo Oliveira não teve uma estreia agradável. O Cruzeiro sofreu a virada para o Real Garcilaso, por 2 a 1, na altitude de 3.200 metros de Huancayo, no Peru.

Porém, o que chateou o treinador foi a maneira com que os peruanos receberam o Cruzeiro, expondo os jogadores celestes a uma série de situações precárias e antiprofissionais. Além dos problemas no treinamento no dia anterior, não havia água para os jogadores celestes no vestiário no momento da partida. Houve outras atitudes intimidadoras, como revista constante da van do clube de maneira pouco convencional. 

”Eu pensei que a guerra fosse técnica, de tática, de luta dentro do campo, o que vimos aqui foi um campo sem a menor condição, muito ruim, e todos esses episódios que se passaram aí, que atrapalharam um pouco o Cruzeiro. Vamos em frente, outros vão vir aqui e terão dificuldades também. Vamos ajustando, gostei de boa parte do jogo, chegou, fez jogadas, poderia ter feito o segundo gol, o segundo tempo foi comprometido pelo aspecto físico”, avaliou Marcelo, que não titubeou em reclamar muito de todos os problemas enfrentados.

”Tivemos problemas desde ontem. Você está numa Copa Libertadores, com toda expressão de uma competição continental, você chega para treinar, uma coisa combinada, não pode entrar, não tem ninguém para abrir o portão. Você entra, treina 15 minutos e apagam a luz. Em 15 minutos você mal consegue fazer o aquecimento. Agora cortaram a água aqui também, é uma coisa ridícula, retrógrada, a gente não esperava”, disparou. 

”Não justifica o resultado, a gente poderia, pela qualidade que tem, ter feito um resultado melhor, mas não foi possível, vamos recuperar no próximo jogo da Libertadores”, finalizou o treinador cruzeirense.

Fonte: SuperEsportes

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