“O dinheiro que sai daqui é taxado pelo governo federal. Quando você envia dinheiro para o exterior, tem de achar uma forma de entrar legalmente na contabilidade do Cruzeiro. A diretoria está fazendo esse esforço todo e, possivelmente, ficará com Willian, desde que a gente pague de forma lícita e que o clube não seja fiscalizado por não ter feito negócio de forma correta”, acrescentou.
Willian estava emprestado ao Cruzeiro até segunda-feira. Embora o vínculo tenha sido encerrado, o atacante segue treinando no clube com autorização do Metalist. De acordo com Gilvan de Pinho Tavares, o valor acordado para a compra dos direitos econômicos do jogador é 4 milhões de euros (mais de R$ 12 milhões). “É (esse o valor), mas parcelado. Eles aceitaram. A forma de receber o documento da transação é que estamos discutindo”, disse.
“Eles querem de forma diferente, que não há como a gente contabilizar. Estamos na tentativa de achar a fórmula certa de efetuar o pagamento e isso poder ser contabilizado no Cruzeiro. O Cruzeiro não fará nada errado, nada que possa macular nosso nome e macular nossa administração”, complementou.
O presidente do Cruzeiro adotou discurso otimista sobre a permanência do atacante na Toca da Raposa. “Ele continuará treinando no Cruzeiro e temos toda a esperança de que não sairá do Cruzeiro. Acho que é uma definição para muito rápido”, observou.
Novo empréstimo
Nesta quarta-feira, a imprensa ucraniana noticiou a possibilidade de o Cruzeiro negociar com o Metalist um novo empréstimo de Willian, até o final da temporada brasileira. Uma hipótese é de que esse acordo seja feito com objetivo de dar tempo ao clube do Leste Europeu para organizar suas finanças e, mais para frente, receber o valor dos direitos do atacante em uma conta “oficial”. Representante do clube no Brasil, Jader Brazeiro descartou, a princípio, a possibilidade.
Fonte: SuperEsportes








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