Segundo o treinador, o chamado time B mostrou, nos jogos-treino, que também é forte. Além disso, muitos atletas que estão no banco poderiam perfeitamente começar jogando, tal a força do grupo celeste. “Temos procurado conscientizar os jogadores que, às vezes, mesmo tendo qualidade, algum jogador poderá ficar fora até da relação para um ou outro jogo. Mas, já no jogo seguinte, tem chance de ser escalado. Então, é preciso estar bem preparado sempre”, argumentou ele, para quem é importante “ser justo e escalar sempre os melhores”.
Opções não lhe faltam para mudar o time. Diante da URT, por exemplo, jogadores do quilate do armador Júlio Baptista e dos atacantes Willian e Marcelo Moreno só entraram no segundo tempo. Já recém-chegados como Marlone e Rodrigo Souza ainda não puderam nem estrear com a camisa azul.
Marcelo Moreno, aliás, ficou satisfeito com a reestreia no Cruzeiro, mas não vê a hora de recobrar o ritmo de jogo. Ele não disputava uma partida oficial desde outubro, quando ainda atuava no Flamengo e seu time foi derrotado pelo Atlético por 1 a 0, assim mesmo entrando no fim.
“Fiquei um tempo sem jogar e isso pesa. Todo mundo sentiu, eu ainda mais. Mas aos poucos conseguirei chegar ao meu ritmo, para procurar meu espaço”, declarou o boliviano, que teve o nome gritado pela torcida quando foi chamado para entrar no domingo por Marcelo Oliveira. “Estava precisando dessa confiança nessa minha volta. O torcedor está me ajudando bastante e espero recuperar meu futebol rapidamente para ajudar o Cruzeiro.”
REAPRESENTAÇÃO Depois da folga de ontem, os jogadores se reapresentam hoje pela manhã na Toca da Raposa 2. Quem participou da vitória sobre a URT faz atividades regenerativas, enquanto os demais atletas disputarão mais um jogo-treino contra o ASA de Angola. Na primeira atividade contra a equipe de Luanda, na quinta-feira, a equipe celeste, que atuou o primeiro tempo com titulares e o segundo com reservas, fez 2 a 0, gols de Souza e Marcelo Moreno.
Fonte: SuperEsportes








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